segunda-feira, 17 de julho de 2017

Meio cheio ou meio vazio.

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Na dinâmica política social. Sempre vai existir o dilema pessoal administrativo dos satisfeito e insatisfeito politicamente. No entanto, os que representam a parte do “meio cheio” estão beneficiados no bônus do poder pessoalmente. Já a parte do “meio vazio” representa os insatisfeitos deixados de lado pelo fisiologismo do poder. Afinal, neste contexto político social, quem está bem se cala. Enquanto, o restante fala.  

Um comentário:

Eudes Mariano - O Jacozinho D'Alaide disse...

Zé do Magnos; sou muito grato aos Heróis sem Estátua da Terra da Pedra do Sapo, e um deles certa vez me testou a metáfora do copo, me alertando à concepção dos pontos de vistas distintos, ou seja, pra que eu discernisse além do que os ulteriores viam, enfim: enxergasse com sensatez e equilíbrio a situação. Isto é... o volume não deixa o recipiente nem meio cheio ou meio vazio, e sim, pela metade, quer dizer: pode ser que ele (o copo) seja apenas o dobro do tamanho ideal do líquido nele contido, entretanto entre as percepções do pessimista e do otimista, há a possibilidade da bebida neste pode matar a sede de um ou acabar afogando o outro.

Meu Véi amigo; e como a boa prudência do chão Joaquinesco está em mim, mesmo nesses tempos de individualismo exacerbado, pós-verdades, paralisia decisória, totalitarismo da indiferença e, desresponsabilização do exercício político frente à cidadania, aproveito o espaço para lhe corroborar que aos verdadeiros Sanromanos tu não precisa dizer nada e, para os pseudo-Fernandopedrozenses, você não adianta falar tudo, porque a palavra é geralmente ouvida, mas os atos raramente não são vistos.

Abraços fraternais!!!

PS: O sábio citado nas entrelinhas é o filho de Bom Bocadinho, S. Assis Paulino de D. Noêmia Palhares.