segunda-feira, 25 de abril de 2016

Distorção eleitoral.

No privilegio do instituto da reeleição no Brasil, um gestor executivo pode concorrer à reeleição sem se afastar do cargo. Enquanto, secretários e outros cargos comissionados têm que se afastar da sua função pública. Todavia, neste dilema eleitoral, em uma campanha, quem manda de forma camuflada no erário público, é um prefeito ou um auxiliar? 

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