domingo, 16 de agosto de 2015

Ponto de Vista



C´est fini.
Zé do Magnos; hoje todo e qualquer Prefeito (seja eleito pela força soberana do voto ou judicializado), sofre o desgaste administrativo de uma conjuntura fora de sua alçada. Só que a população não quer saber quem é o pai – ou a mãe – dela, e não perdoa, isto é, em meio a generalização que se faz política, parece que o cidadão começa a distinguir a crise nacional das questões locais, da gestão municipal.
Da Família; o que se percebe é a certeza de que 2016 será péssimo, pois o seu planejamento terá base na execução financeira deste ano, pior do que 2014, ou seja, já temos que chegar logo em 2017, porque se o atual é ano perdido, o que vem é prenúncio de um retumbate fracasso.
Estimado camarada; aprendi algo na minha lendária São Romão ao notar que demolições/reformas são consideradas “Obras” desde quando a antiga quadra esportiva construida pelo saudoso Roque Afonso dera lugar a academia da cidade, e em especial nas contestações de notáveis moradores que haveria condição para ser edificada em outro lugar. Recordo-me de ter exposto minhas impressões, principalmente no tocante ao ponto MANUTENÇÃO, pois era naquele momento necessário conservá-la, tal qual a praça que hoje encontra-se  em restauro?!, já que a mesma simbolizava arquitetura moderna sendo superior em conforto a que outrora esteve uma vez em ruínas, de estilo colonial inglês, que como patrimônio histórico deveria ter sido restaurada para se preservar a memória da cidade, que pelo menos para mim foi, é e será identidade cultural.
Meu Véi; sei que em se tratando de serviços de infra-estrutura os contratempos passam, mas, só e somente só, se o benefício vir a tornar-se permanente, pois é inevitável o transtorno durante os trabalhos na construção civil, quer seja em novas melhorias para o espaço público já existente, ou de projetos vindouros em nome da benfeitoria aos moradores da Terra da Pedra do Sapo, e não à servir de mote para discurso de campanha ou pretensão turística, pois o verdadeiro cartão-postal do meu pedacinho de chão é sua gente humilde, e sendo assim, a grande obra é cuidar das pessoas.
Ademais, sangue-bom; o interessante nestas ocorrências é que se pode ver algum mérito, pois o curioso no paradoxo humano é que não há mal do qual não se possa extrair algum bem – por mais pequenino que seja – mas real. Em suma... não importa os quem/quais tenham feito intervenção nos equipamentos urbanísticos no solo Joaquinesco, pelo menos para euzinho aqui, porque para mim eles passarão, e os Fernando-pedrozenses passarinho!
Eudes Mariano de França.

Um comentário:

Eloá Santos - Lajes/RN disse...

Sr. Jornalista; o bom das crônicas de seu colaborador esporádico e ESPORRÁDICO, é que ele não personaliza fatos, já que a imparcialidade política dele é veneno-antimonotonia em overdose de coerência. Então perguntar não é ofensa: por onde anda os contestadores das “pseudo-obras” das gestões anteriores???

Em suma: O Jacozinho de Dona Alaide é D+!!!!!