sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ponto de Vista



Quem vai reUDNficar o quê, quando e onde?
            Zé do Magnos; lá no habitat Mariano-Francês quando usava calças curtas em reservadas brincadeiras infantís, certa vez, capturei um grilo e o coloquei numa caixa de fósforo para ouvir seu canto. Pensando grande, peguei mais um e pus junto com o outro na intenção de aumentar o guizalhar e assim, tornar-me um filumenista com um instrumento cantante. Resultado da minha inocência: um matou o outro!
            Frustrado pela atitude fui em busca de explicação com Vó Ducarmo, e ela, prestou seus conhecimentos a elucidar-me o curioso fato, só que a sua maneira. A mesma disse: - “Eu-eu, lobos não se amansam... acho melhor você apanhar um Louva-Deus e aprender a orar com ele!”
            Fiquei mais encafifado ainda. Não satisfeito com o esclarecimento busquei informação com o Velho Bóbaro sobre o episódio ocorrido, pois afinal de contas estava na fase dos “Porquês”, e aquilo para mim era uma dúvida cruel demais. E assim sendo, lá fui eu aporrinhá-lo na sesta Jacobina, o qual já estava no enésimo ronco do sono dos justos bodegueiros (ele fechava o empório ao meio-dia); aí, fulo da vida, arretou-se por ter sido interrompido dos cafunés de sua Lidinha, e com o agravante de está sossegado na derradeira herança dos índios que embalava seus sonhos – a rede de dormir – exclamou: - “Ô cabeça de talo: o que a sua protetora quis dizer, é que não perca a fé, procure uma esperança e observe a natureza em ação.”
            Já ia dirigindo-me ao oitão para fisgar outro bicho, quando a doce voz Alaideana fez o alerta: - “Dinho; cuidado para pegar um acrídio, pois  fala o dito é de que eles não rezam!” Então, tá. Esmerado agregado uniparental; recordo esse evento para metaforicamente enfatizar que desde aquela época, aprendi uma lição básica: certos INSETOS não se colecionam, senão viram uma praga que impestará a bem-aventurança, já que são imunes ao controle químico ou biologico, e culturalmente se alimentam de votos.
            Companheiro de jornadas; como a mentira não me engana e as farsas são desmascaradas, eis a verdade em cena produzida pelo Vice Temer: que alguém evidencie um golpe, pois no mês do desgosto, estamos a gosto de Deus, já que se depender do “AlCunha” no Congresso e do que vem a “Calhar” no Senado... estamos fodidos. Quer dizer; já vivemos uma peste de gafanhotos de olho numa crise política de sucessão e secessão, e isto há 3 anos e 5 meses das eleições de 2018.
Eudes Mariano de França
Ps: fico a pensar a como anda a conjuntura na Terra da Pedra do Sapo.

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